Por Guilherme Kalel
27/07/2026
O Presidente da Argentina esteve no Brasil, para participar no último 25 de julho, da convenção do PL que lançou Flávio Bolsonaro candidato do partido nas eleições.
Na oportunidade, o argentino subiu o tom em suas críticas ao Presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, a quem chamou de presidiário.
Quem também foi duramente criticado e ofendido, foi o Ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
Depois das críticas, o governo brasileiro decidiu no domingo, 26, chamar da Argentina o embaixador no Brasil para conversar.
O objetivo é entender a situação e a conjectura entre os países nesse momento. Essa chamada é vista como grave na diplomacia, e acontece sempre que um país se sentiu extremamente ofendido por algo que o outro disse e cobra explicações.
A depender das respostas que venham, o governo brasileiro pode reagir com medidas mais enérgicas, como a paralisação ou ruptura das relações diplomáticas.
O Presidente do STF Edson Fachin, reagiu após as informações de ofensas a Moraes e a Suprema Corte, declarando que o Presidente argentino foi deselegante.
Agora cabe se estudar, ques medidas judiciais podem eventualmente ser tomadas contra o Presidente da Argentina e contra a candidatura de Flávio Bolsonaro.
